Score de crédito: saiba como melhorar pontuação

Cada consumidor é pontuado de acordo com a análise de fatores, como pagamentos de contas em dia e histórico de dívidas negativadas, por exemplo

Se você é um bom pagador, então você tem um bom score. Muitas vezes, antes de vender um bem de alto valor, como um carro ou um imóvel, o vendedor busca saber sobre o score do cidadão, justamente para saber qual é a possibilidade de ele honrar com seus compromissos.

O termo em inglês significa pontuação. “Podemos dizer que o score de crédito é o resultado dos hábitos de pagamento e relacionamento do cidadão com o mercado”, explica o consultor em finanças, Fernando Gonzaga.

Para facilitar a vida do consumidor e garantir a privacidade de suas informações pessoais, o Serasa disponibilizou o Serasa Score para consulta online, pelo próprio site da instituição. A ferramenta permite que somente o próprio consumidor confira sua pontuação.

A contagem do score vai de 0 a 1.000 pontos e cada pessoa é pontuada de acordo com a análise dos seguintes fatores, como: pagamentos de contas em dia, histórico de dívidas negativadas, relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados.

“Funciona assim: quanto mais alto é o score do consumidor, maiores são as chances de ele ter acesso facilitado a crédito, uma vez que seu histórico, nos últimos 12 meses, em honrar os compromissos são favoráveis”, frisa o especialista.

De acordo com Fernando Gonzaga, muitas empresas já adotaram essa pontuação para a tomada de decisão no momento de concessão de financiamentos, empréstimos e afins. “Existem vários modelos existentes, mas o Serasa Score é um dos mais usados devido à credibilidade da instituição”, conta.

Para quem não está com uma pontuação muito boa, há algumas medidas capazes de melhorar a situação do consumidor. Entre elas, é possível citar: limpar o nome, pagar contas em dia e manter dados cadastrais atualizados.

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Auxílio Brasil: veja a possibilidade de concessão de crédito

Autoridades ainda estudam a possibilidade de concessões para beneficiários

Saiu o Bolsa Família e entrou o Além. Um benefício de transferência de renda que vai garantir o pagamento de R$ 400 mensais para quem se encaixar nos pré-requisitos. O próximo passo do governo em relação a esse programa é adequar a possibilidade de solicitação de empréstimo consignado pelos beneficiários.

Legislativo e Executivo tentam fechar as lacunas para viabilizar essa questão, no entanto, ainda há muitos pontos polêmicos a serem resolvidos.

“Ainda não é possível prever qual vai ser a decisão do governo. Há outras possibilidades além da liberação do crédito consignado para esse público. Uma delas, por exemplo, é o beneficiário poder solicitar um adiantamento integral ou de parte de seu benefício, por exemplo”, destaca o especialista em finanças, Fernando Gonzaga. “Dessa forma, o Estado passa a ser uma espécie de ‘credor’ do cidadão. Enfim, há muito a se discutir ainda”, completa.

Caso essa possibilidade se concretize, o governo faria descontos programados dentro do próprio Auxílio Brasil até completar o valor adiantado.

Entretanto, muitos parlamentares não acataram essa ideia. Um dos que é contrário a esse texto seria o próprio presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

Outro ponto polêmico seria o fato de o cidadão pedir o consignado para uma emergência e, nos meses seguintes, ter seu Auxílio Brasil suspenso ou cancelado por algum motivo. Então, como ele conseguiria quitar sua dívida?

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CET: o que é e como funciona?

Ao simular seu pedido de crédito, não foque apenas na taxa de juros ou no tamanho das parcelas, busque saber o custo total do serviço

Custo Efetivo Total, ou apenas CET. Sempre que simular a contratação de um crédito, ou seja, for pedir um empréstimo, fique atento a essa informação. A parcela pode ser atrativa e a taxa de juros favorável, mas se a CET for alta, pode se transformar num surpresa no momento de fechar o negócio.

Para dar um exemplo de como funciona esse custo, imagine aquela taxa de conveniência que aparece logo após a compra do ingresso para um espetáculo na internet. Ou seja, um bilhete que custava R$ 10, subiu para R$ 11 no fechamento da transação. Esse R$ 1 é a cobrança pela prestação do serviço.

Em linhas gerais, é exatamente a mesma coisa que ocorre em relação à CET. “Podemos dizer que ela é composta, geralmente por: juros, todas as taxas, todos os encargos e tributos, além do seguro embutidos no serviço”, explica o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

De acordo com ele, quem oferece o crédito é obrigado a apresentar essas tarifas, mas, muitas instituições apresentam apenas no fechamento do contrato ou não deixam claro nas simulações. “Quando a empresa detalha tudo que o cliente vai pagar, se mostra transparente e clara”, completa o gestor.

O alerta que fica, então, é para que quem busca crédito, atente-se ao valor total a ser pago. Por isso, é importante olhar o CET. Ele serve para você saber quais são todos os custos envolvidos na operação.

“Nem sempre o empréstimo com juros menores é o mais barato ou mais vantajoso. As tarifas, encargos e seguros podem deixar o custo final maior, apesar dos juros menores”, alerta Fernando.

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INSS vai autorizar validação online para o crédito consignado

A previsão é de que 2,1 milhões assinaturas eletrônicas sejam feitas mensalmente

Para evitar fraudes, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai autorizar a assinatura eletrônica para validação de empréstimo consignado. O objetivo é que o processo digital verifique se o CPF declarado tem algum indicativo de óbito, considerada uma das ciladas mais comuns.

O INSS e o Instituto de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas do Brasil (IRTDPJ-Brasil) assinaram um protocolo de intensões. Esse documento trata do desenvolvimento de medidas para combater fraudes nos empréstimos consignados contratados por aposentados e pensionistas.

A previsão é que o programa se estenda por 120 dias. O INSS estima que 2,1 milhões de assinaturas eletrônicas sejam feitas todos os meses.

“Todo mecanismo para evitar fraudes é benéfico e necessário”, enfatiza o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

O consultor ressalta, porém, que a medida é válida apenas para a contratação de crédito consignado feita de maneira digital, por meio de celular, computador, tablet ou afins. “Para os casos presenciais, não há necessidade dessa assinatura eletrônica”, ressalta.

Vale frisar ainda que o início do processo de contratação do empréstimo segue sendo realizado junto ao funcionário da instituição financeira ou pelo correspondente bancário.

Entenda como funciona

Na instituição ou no correspondente, o beneficiário do INSS adquire o serviço de crédito. Quando ele acessar o sistema do IRTDPJ-Brasil para lançar todos os detalhes do contrato (CPF e outros dados pessoais do beneficiário, valor do empréstimo, quantidade de parcelas e taxa de juros, entre outras).

A partir daí o sistema envia um link via aplicativo de celular ou e-mail para o aposentado/pensionista. Ao receber, o beneficiário clica para abrir uma tela do sistema de reconhecimento biométrico.

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CredSIG no caminho da evolução

Em busca de se modernizar e ampliar cada vez mais a participação no setor de soluções financeiras para seus clientes, empresa dá mais um passo para se tornar uma fintech

A CredSIG Crédito Consignado está na próxima fase do Batch #11. Trata-se, simplesmente, de um dos principais programas para aceleração de empresas do Brasil. A ideia dessa iniciativa é investir com financiamento, conhecimento e suporte técnico em empresas consideradas em fase de evolução.

“Acreditamos que isso é reflexo do compromisso da CredSIG em atender o cliente com agilidsde, mas sempre transmitindo credibilidade e confiança. Além, é claro, da constante busca por modernização desse atendimento”, destaca o analista em finanças da empresa Fernando Gonzaga. “Foi um grandioso passo, mas ainda faltam outras etapas para atingirmos nossos objetivos no Bath #11”, completa ao ressaltar que já vê a CredSIG como uma startup e, em breve, como uma fintech.

A financeira concorreu, na etapa inicial, com mais de 200 instituições de todo o Brasil.

Promovido pela respeitada aceleradora de startups Darwin Startups, o Batch #11 vai investir até R$ 500 mil em programas de evolução para cada uma das empresas vencedoras.

O programa é para pessoas empreendedoras de todo o país que atuam nas áreas de Fintech, Big data & Analytics, Ti & Telecom e buscam apoio para encontrar o Product Market Fit (PMF).

A turma de número 11 é a segunda de 2021. Até hoje a Darwin já acelerou mais de 76 startups e conta com mais de R$ 17 milhões investidos, além de R$ 30 milhões em novas rodadas.

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Confira as vantagens de ter um cartão de crédito consignado

O Cartão de Crédito Consignado oferece mais benefícios e maior praticidade aos consumidores

O Cartão de Crédito Consignado é a contratação de um cartão de crédito que utiliza uma margem consignável especial de 5%, e ainda possui taxas de juros menores que os demais cartões. O usuário terá um cartão de crédito em que o valor mínimo já vem descontado direto na folha de pagamento.

O Cartão de Crédito Consignado basicamente utiliza as mesmas condições e processos que do empréstimo consignado. Mas é importante lembrar que um empréstimo consignado não é a mesma coisa que cartão de crédito consignado. Se o cliente adquirir um, não terá o outro automaticamente.

No empréstimo, o montante é depositado inteiramente na conta do cliente e o pagamento pode ser parcelado ao longo de meses. Já com o cartão consignado, é possível fazer ou não compras durante o mês, pagando a fatura somente com o valor daquilo que foi gasto.
Outra diferença está nas taxas, uma vez que a margem disponível para empréstimos consignados é de 30%, e a do cartão é de apenas 5%.

A contratação, tanto do empréstimo como do cartão de crédito, só pode ser feita por Aposentados, Pensionistas do INSS e Servidores Públicos e Militares. Isso porque ele é descontado direto na folha de pagamento ou do benefício, não dependendo do pagamento do contratante.

Assim como o empréstimo consignado, o Cartão de Crédito Consignado oferece mais benefícios e maior praticidade aos consumidores, como uma taxa menor de juros (taxas a partir de 2,70% ao mês), acessibilidade, não cobra anuidade e manutenção e nem tem consulta ao SPC ou no Serasa.

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Caschback: uma opção para recuperar dinheiro em compras

Uma parte da comissão que a empresa de cashback recebe é da loja parceira na qual o usuário fez a compra, e é com essa verba que o cliente recebe

Um dos melhores jeitos de economizar dinheiro ou até recuperar o saldo gasto em compras é o caschback. Ele é um programa de fidelidade, no qual o usuário faz compras em sites parceiros e, ao acumular determinado valor em compras, recebe parte do dinheiro de volta.

Sabe aquelas cartelas antigas em que você ia, por exemplo, em uma loja de brigadeiros, e ao completar toda a cartela, ganhava um brigadeiro de graça? O sistema de cashback pode ser algo parecido.

E esta modalidade que devolve dinheiro ao consumidor está em alta e vem ganhando cada vez mais adeptos no país. O sistema foi criado em 1998, pela empresa norte-americana Ebate, e é muito comum nos Estados Unidos. É uma sensação de recompensa que agrada muito os clientes brasileiros também.

Como funciona de fato

Uma parte da comissão que a empresa de cashback recebe é da loja parceira na qual o usuário fez a compra, e é com essa verba que o cliente recebe. É isso que faz com que o negócio seja vantajoso.

Assim, o e-commerce faz uma venda, e o cartão que possui o cashback fideliza um cliente. Assim, o consumidor fica satisfeito em ter uma parte do dinheiro de volta. Segundo uma pesquisa da Nielsen Global, 45% dos brasileiros veem a devolução de dinheiro como a recompensa mais valorizada.

Cada empresa utiliza seu próprio método. Algumas utilizam cupons de descontos para o consumidor em lojas específicas, outras devolvem parte do dinheiro gasto direto na conta do cliente. Há também os aplicativos de empresas próprias, que a cada compra, o cliente ganha uma porcentagem do valor pago para usar na próxima compra, podendo acumular o valor.

Há diversas empresas e também instituições financeiras em que estes sistemas já são uma realidade. Pesquise a melhor opção para você e economize em suas compras.

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Como o Open Banking pode ajudar na sua vida financeira

O Open Banking (ou Open Finance) é um ecossistema que permite que os clientes levem suas informações bancárias e financeiras de uma instituição para a outra. Ele é capaz de criar uma camada de tecnologia em comum para que todos os bancos ou sistemas financeiros conversem entre si.

Quando o cliente compartilha os dados de uma instituição para outra, implica que o mercado financeiro possa ter mais competitividade, além de permitir a criação de serviços financeiros mais vantajosos para os consumidores.

Pode até parecer que compartilhar os dados em diversas instituições financeiras seja um movimento perigoso. Contudo, o Open Banking é bastante seguro, já que apenas as instituições autorizadas pelo Banco Central que podem participar deste sistema, além de todas as atividades feitas por ele serem supervisionadas.

É importante frisar também que o próprio BC determina uma série de padrões e regras de segurança digital, que devem ser seguidas à risca para garantir a privacidade de todos os clientes.

Para que uma instituição compartilhe dados de um cliente com outra instituição, cabe as empresas cumprirem uma série de requisitos que garantem a autenticidade, segurança e sigilo das informações dos clientes, que só poderão ser compartilhadas após o cumprimento de três etapas: Consentimento (autorização de compartilhamento); Autenticação (verificação de identidade) e Confirmação.

E todo esse processo é bem acessível, poderá ser feito diretamente pelo aplicativo ou internet banking da instituição financeira escolhida pelo cliente.

Na prática
Se o cliente tem conta no Banco X, mas precisa fazer um empréstimo, mas os juros estão muito altos neste banco, Open Banking permite que este cliente leve o histórico bancário do Banco X (ou de qualquer banco que o cliente tenha outra conta) para o Banco Y.
Com isso, o Banco Y pode oferecer ao cliente uma proposta que tenha taxas mais vantajosas para o mesmo empréstimo – ou qualquer outro produto que o cliente necessite-. Isso sem ter necessidade de fazer um novo cadastro ou relação com esta instituição.

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Para garantir segurança, Banco Central muda limite de transações bancárias e Pix

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia

As transações noturnas do Pix feitas entre os horários de 20h às 6h com limite de RS 1.000 entrou em vigor no dia 4 de outubro. Aprovada pelo Banco Central, a regra tem como objetivo frear o aumento nos casos de fraudes, sequestros e roubos noturnos.

Entretanto, as contas de pessoas jurídicas não foram afetadas pelas novas regras. A restrição vale tanto para transações por Pix, sistema de pagamento instantâneo, quanto para outros meios de pagamento, como transferências intrabancárias, via Transferência Eletrônica Disponível (TED) e Documento de Ordem de Crédito (DOC), pagamentos de boletos e compras com cartões de débitos.

O Banco Central permite que cliente poderá alterar os limites (para mais ou para menos) das transações por meio dos canais de atendimento eletrônico das instituições financeiras. No entanto, os aumentos serão efetivados de 24 horas a 48 horas após o pedido, em vez de ser concedidos instantaneamente, como era feito por alguns bancos.

Outra regra criada para garantir a segurança dos clientes feita pelo Banco Central é que as instituições financeiras possam bloquear as transações que sejam consideradas suspeitas no prazo de 72 horas.  As instituições financeiras também devem oferecer aos clientes a possibilidade de definir limites distintos de movimentação no Pix durante o dia e a noite, permitindo limites mais baixos no período noturno. A regra entra em vigor em 16 de novembro.

Ainda será permitido o cadastramento prévio de contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos, mantendo os limites baixos para as demais transações.

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Saiba o que vai mudar na sua vida financeira com o aumento do IOF

As Pessoas Jurídicas do Simples Nacional, como MEIs, não terão aumento no IOF Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O imposto cobrado pelas transações financeiras, o chamado IOF, irá aumentar. Isso significa que as operações de crédito ficarão mais caras. De acordo com o Governo Federal, a medida será para a arrecadação para bancar o Auxílio Brasil, programa proposto para substituir o Bolsa Família.

A medida, que vai até o final de 2021, pode render ao Ministério da Economia cerca de R$ 2,14 bilhões. A taxa cobrada em cada operação é vista como um recolhimento proporcional dos investimentos, dando conhecimento da demanda e oferta de crédito.

O IOF é apurado diariamente e, pelas novas regras, a alíquota anual para pessoa física passa de 3,0% para 4,08%. Já para pessoas jurídicas, o valor sobe de 1,5% para 2,4%. As Pessoas Jurídicas do Simples Nacional, como MEIs, não terão aumento no IOF.

Entretanto, o aumento não será para todas as operações sobre as quais o IOF incide, e a mudança está prevista que afete apenas as operações de crédito, como empréstimos e financiamentos. Isso quer dizer que o IOF é composto por uma alíquota fixa mais uma alíquota diária, onde apenas a taxa diária ficou mais cara.

Como funciona na prática

Se um cliente de um banco faz um empréstimo, ele pagará parcelas mensais que já contém juros. Então, se ele pegou R$1 mil para ser pago em 30 dias, os juros são R$50. Agora, com a mudança no IOF, muda apenas o IOF diário pago.

Alguns exemplos mais comuns de cobrança do IOF diariamente:

Operações com cartão de crédito em compras fora do país (virtual ou presencial)

Empréstimo ou financiamento

Atraso no pagamento da fatura

Resgate de investimento

Aquisição de algum seguro

Operações de Câmbio

Uso do cheque especial ou crédito rotativo

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