Saiba a diferença entre Crédito Pessoal e Crédito Consignado

Um dos principais produtos financeiros do Brasil nos últimos anos, esses empréstimos têm conquistado cada vez mais o gosto do cidadão

Taxas atrativas, facilidade de operação e dinheiro rápido na conta. Essas são alguns dos muitos atrativos para quem busca por empréstimos, atualmente. São várias possibilidades, mas duas delas, especificamente falando, têm atraído mais e mais a atenção do cidadão: o crédito pessoal e o crédito consignado.

Porém, é preciso entender cada caso para saber qual melhor se encaixa nas possibilidades e nas necessidades do beneficiário.

De acordo com o especialista em finanças, Fernando Gonzaga, “o crédito pessoal é aquele de mais fácil acesso e praticamente não existe burocracia para que seja autorizado”, destaca o analista. Segundo ele, a maioria dos solicitantes atende aos pré-requisitos, que são: ser maior de 18 anos e ter renda comprovada.

Nessa caso, após a aprovação, o valor cai direto na conta do cliente e mensalmente a parcela é descontada desta conta, sendo necessário ter saldo para cobri-la.

Em relação ao consignado, Fernando destaca como principal atrativo as menores taxas do mercado. No entanto, não é para todos. “Ele é destinado a aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos, bem como militares”, explica.

As taxas reduzidas e atrativas se devem devido ao fato de a parcela ser descontada, diretamente, do benefício ou contracheque, assim, o risco de inadimplência é menor.

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Golpes financeiros: homens são as principais vítimas

Pesquisa levantou a quantidade de reclamações dos investidores

Um total de 91% dos golpes financeiros são em homens. Esse percentual foi revelado por estudo a do Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ainda de acordo com o levantamento, em sua maioria, são lesados aqueles na faixa etária de 30 a 39 anos de idade (36,5%). E, por incrível que pareça, quase 40% têm ensino superior completo com pós-graduação.

De acordo com o texto do Cecop, os dados se basearam em reclamações de investidores enviadas à autarquia, que é vinculada ao Ministério da Economia.

“Muitas mulheres ingressaram no mercado financeiro. Porém, a quantidade de homens ainda é muito significativa. Ou seja, podemos dizer que o estudo diz respeito à quantidade excessiva dessa fatia no ramo de ações”, explica o especialista em finanças, Fernando Gonzaga.

O levantamento levou em consideração 1.002 respostas, onde detectou 178 vítimas de golpes financeiros.

Segundo os entrevistados, os produtos que geraram mais problemas foram, nessa ordem: criptomoedas, transações de câmbio, opções binárias e ações.

“É preciso ficar atento aos convites para ganhos fáceis e rápidos que chegam, principalmente, pelo Whatsapp, e-mail e ligações telefônicas. Tudo merece uma sondagem prévia antes de que qualquer acordo seja fechado”, alerta o analista, ao lembrar que os valores perdidos oscilam de R$ 100 a mais de R$ 100 mil. A pesquisa mostrou que maior parte das vítimas investiu entre R$ 10.001 e R$ 50 mil (22,5%) e entre R$ 1.001 e R$ 5.001 mil (21,3%).

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Reclamações do consumidor fecharam 23 instituições de crédito

Febraban se baseou em informações do cidadão para proibir a atuação das empresas. Saiba quais são

Assédio comercial praticado por meio de ligações telefônicas insistentes. Essa é a principal causa de reclamações dos clientes em relação a instituições que concedem crédito consignado no Brasil. Um total de 23 desses correspondentes bancários foram proibidos de seguirem com as atividades. A decisão veio após uma força-tarefa formada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) constatarem seguidos desvios de conduta dessas empresas.

“As normas são previstas pelas entidades representativas e pelo Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, não tem como alegar desconhecimento. Essa medida vem para resguardar o cidadão de contratar crédito junto a empresas em desacordo com a lei”, destaca o especialista em finanças, Fernando Gonzaga.

Apenas em maio, quase 50 correspondentes foram autuados por causa de reclamações de consumidores. Desse total, 20 receberam alguma punição e duas acabaram impedidas de atuar. Desde o início do ano, perto de 240 instituições receberam uma advertência e 100 tiveram as atividades suspensas temporariamente, além das 23 proibidas de oferecer produtos e serviços.

Intermediários contratados por instituições financeiras ou autorizados pelo Banco Central, os correspondentes bancários prestam serviços de atendimento aos clientes.

Veja a lista de empresas que foram banidas (nome e razão social)

Credmais (Cristiane Batista da Silva)
Provisão Vendas (Provisão Vendas Yahuh LTDA)
F Sunglass (F C Serviços Administrativos e Comércio LTDA)
M Lessa Serviços (M Lessa Serviços Escriturais Eireli)
Agrice Rodrigues de Araújo (mesmo nome na razão social)
Atitude MG (Atitude Promotora de Vendas LTDA)
WG Serviços Cadastrais – São Paulo – Eireli (mesmo nome na razão social)
MJ Serviços Cadastrais São Paulo LTDA EPP (mesmo nome na razão social)
Otimize (Otimize Serviços Cadastrais LTDA)
Anjos CE (J W L dos Anjos Serviços)
União Atividades de Cobranças (mesmo nome na razão social)
Call Center Fast Telemarketing Service (mesmo nome na razão social)
J. C. Gomes Eirelli (mesmo nome na razão social)
Life Promotora (Life Cred Prestadora de Serviços de Gestão Comercial)
Grupo Gold (Monza Pub Eirelli)
RS Promotora (mesmo nome na razão social)
FW Cred (FW Credito e Cobranças)
A F Mateus SP (A. F. Mateus Agenciamento de Negócios)
Baldez Promotora (Sirlene Baldez de Souza da Silva)
GP Promotora (G P Lopes)
Azul Serviços (mesmo nome na razão social)
MESF (MESF Prestadora de Serviços LTDA)
Cantalice RJ (Cantalice Promotora Eirelli)

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Como evitar golpes na contratação do seu Empréstimo Consingado

Procon-DF dá dicas para você fugir de empréstimos fraudulentos

As novas regras para prevenir o superendividamento dos consumidores já estão em prática com a publicação da Lei 14.181, que altera o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e o Estatuto do Idoso. A lei trata de inserção de novos princípios à Política Nacional das Relações de Consumo, nulidade de cláusulas contratuais abusivas, prevenção ao superendividamento e conciliação entre as partes na negociação de dívidas.

Em relação ao crédito consignado, destinado a aposentados e pensionistas do INSS, bem como para militares; a principal dica é se informar ao máximo em relação à empresa. “Verifique se ela tem sede própria e vá lá, busque nos sites de reclamações de clientes para saber se há alguma denúncia em relação a essa instituição e não feche nada sem antes conhecer os valores a serem pagos”, recomenda o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF), é proibido:
1- Indicar que a operação de crédito poderá ser concluída sem consulta a serviços de proteção ao crédito ou sem avaliação da situação financeira do consumidor;

2- Ocultar ou dificultar a compreensão sobre os ônus e os riscos da contratação do crédito ou da venda a prazo;

3- Assediar ou pressionar o consumidor para contratar o fornecimento de produto, serviço ou crédito, principalmente se tratar de consumidor idoso, analfabeto, doente ou em estado de vulnerabilidade agravada ou se a contratação envolver prêmio;

4- Condicionar o atendimento de pretensões do consumidor ou o início de tratativas à renúncia ou à desistência de demandas judiciais, ao pagamento de honorários advocatícios ou a depósitos judiciais.

Caso tenha ocorrido um contrato de empréstimo consignado indevido os passos são: registre boletim de ocorrência, faça uma reclamação na ouvidoria da Previdência Social do INSS pelo número 135 ou pelo site, abra uma reclamação no Banco Central através do número 145 ou no site da instituição, entre em contato com a instituição financeira responsável pela cobrança e solicite o cancelamento do empréstimo e abra uma reclamação no site consumidor.gov.br ou procure o Procon mais perto de você.

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Avança projeto sobre linha especial de crédito consignado

Benefício vai ser ofertado até o valor de R$ 20 mil durante pandemia. Outra facilidade é a carência para início do pagamento e taxa de juros reduzida

Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que obriga instituições financeiras públicas e privadas a ofertarem uma linha especial de crédito consignado de até R$ 20 mil a servidores públicos, aposentados, militares e pensionistas. De acordo com o texto da proposta, o empréstimo vai ser ofertado até 12 meses após o fim da emergência em saúde pública de importância nacional decorrente da pandemia de covid-19.

Ainda conforme versa a proposta, o empréstimo liberado vai ter carência máxima de até 120 dias para início do pagamento e taxa efetiva de juros abaixo dos 2,5% ao ano.

Relator da proposta, o deputado Eduardo Barbosa (foto) (PSDB-MG) recomendou a aprovação da proposta original, Projeto de Lei 4732/20, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), e do PL 4962/20, apensado, na forma de um substitutivo.

Segundo o parlamentar, o colegiado é inteiramente favorável ao conteúdo das proposições. “Os textos oferecem uma proteção justa a esse público e sem desequilíbrios para o sistema bancário”, destacou.

Barbosa frisa que, originalmente, o projeto principal estabelecia a concessão do crédito especial apenas durante a vigência do decreto de calamidade pública (Decreto 6/20), que se encerrou em dezembro de 2020.

Por fim, foi reduzido de 5% para 2,5% ao ano a taxa de juros da operação, como previa o projeto apensado. “A menor taxa de juros, de 2,5% ao ano, é certamente a que oferece mais proteção a aposentados e pensionistas.”

Próximo passo
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será ainda analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Empréstimo consignado: saiba como usar o dinheiro

Especialista dá dicas de como evitar o endividamento

O crédito ou empréstimo consignado já representa cerca de 60% do crédito concedido para pessoas físicas no Brasil, segundo Relatório de Economia Bancária, divulgado pelo Banco Central (BC). Destinado a aposentados e pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e a servidores públicos; o serviço é descontado diretamente no contracheque e, por esse motivo, está entre os mais vantajosos devido as baixas taxas.

“Estamos passando por um período de pandemia, o que acarreta uma crise econômica quase que sem precedentes”, alerta analista em finanças Fernando Gonzaga. “Não é o momento de empregar empréstimo em viagens para o exterior, supérfluos e nada daquilo que não é inadiável”, explica.

De acordo com o especialista, é o momento para reduzir ao máximo as contas. “O beneficiário deve colocar no papel tudo o que ele deve e ver quais são os juros dessas dívidas. A taxa do consignado está entre 0,99% e 1,80% ao mês. Assim, estamos falando de uma das melhores linhas de crédito do mercado, atualmente”, detalha Fernando.

Outro alerta feito por ele é o fato de que muitos parentes procuram o beneficiário pedindo para que faça um empréstimo para eles. “Não tem como negar que é, de fato, uma saída para evitar o endividamento familiar. Porém, é preciso ter um laço afetivo forte e estável, e a certeza de que aquela pessoa vai cumprir com o combinado”, pondera.

O estudo do Banco Central concluiu que o consignado é uma fonte de caixa para os segurados. A instituição alerta, porém, para o cidadão evitar de contratar empréstimo pelo telefone e informar dados pessoais.

“Consulte o site da empresa, ligue lá e, se possível, vá até o local. Empresas com sede própria estão mais consolidadas, mesmo que elas ofereçam serviços online, busque conhecer a estrutura do local e conversar com os gestores”, orienta o analista Fernando Gonzaga.

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Saiba como funciona a Portabilidade de Crédito Consignado

Serviço é uma opção para quem quer reduzir a taxa de juros do seu empréstimo

Se a época da solicitação do seu empréstimo consignado as parcelas pareciam atrativas, mas, recentemente, a oscilação da economia mostrou que a atual é ainda melhor; uma opção é a portabilidade do crédito. Esse recurso é voltado para quem deseja diminuir taxa de juros do seu empréstimo e, em alguns casos, receber um troco pela diferença.

A portabilidade de crédito é a possibilidade de transferir uma dívida de empréstimo de um banco para outro. Ela pode ser feita a qualquer momento por iniciativa de quem contratou o empréstimo, e por motivos como a qualidade do atendimento e as taxas de juros da dívida.

De acordo com o especialista em finanças Fernando Gonzaga, a portabilidade é quando o beneficiário busca a melhor taxa de juros para o empréstimo. “Essa possibilidade é aberta a qualquer pessoa física que tenha contratado empréstimo consignado”, explica.

Conforme destaca o analista, há uma série de vantagens, como:
– Reduzir os juros somente e, consequentemente, baixar a parcela já paga, mantendo a mesma quantidade de vezes;
– Reduzir os juros podendo, na sequência, após a portabilidade refinanciar a parcela com o banco que comprou a sua dívida.

Vale frisar que a portabilidade do empréstimo consignado apenas é permitida para bancos com taxa menor do que a vigente no empréstimo solicitado.

“O objetivo é que reduza a taxa de juros do empréstimo atual, ou seja, se é de 2,50% para portar a taxa tem de ser 2,49% ou menor”, exemplifica o analista.

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Selic deve continuar subindo

Como esperado, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou, na quarta-feira (16) a taxa básica de juros, a Selic, de 3,5% para 4,25% ao ano. Essa nova alta de 0,75 ponto percentual em relação a anterior mostra a preocupação do Banco Central (BC) em tentar frear a inflação e, ao mesmo tempo, deixá-la no patamar da meta do Governo Federal estipulada, neste ano, em 3,75% podendo oscilar de 2,25% a 5,25%.

“É uma tendência que deve se manter nas próximas reuniões do Copom. As últimas tentativas de conter os preços não surtiu o resultado esperado. Eles devem seguir essa lógica, provavelmente”, acredita o especialista em finanças Fernando Gonzaga. “Dessa maneira, eles conseguem, de fato, cumprir a meta estipulada para o ano”, complementa.

De acordo com o analista, a alta de 0,75 ponto percentual era esperada pelo mercado financeiro. Segundo ele, o comitê deixou essa possibilidade bem clara na penúltima reunião do colegiado, em maio, quando subiu a Selic de 2,75% para 3,5%.

Formado pelos diretores do BC, o Copom reúnem-se a cada 45 dias para definir o patamar da taxa. Eles se baseiam nos índices de inflação (IPCA) e projeções do mercado para o índice de preços. O objetivo é controlar o poder de compra da população, ou seja, a inflação.

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Saiba como funciona o Saque de Aniversário do FGTS

Caixa Econômica abre nova linha de crédito e verba pode ajudar quem está precisando de dinheiro

Quem está com a situação apertada acaba de conseguir uma nova possibilidade de crédito. A Caixa Econômica Federal anunciou uma nova linha. A partir de agora, é possível o trabalhador, que optou pela modalidade saque-aniversário, antecipar até cinco anos das parcelas do FGTS.

De acordo com o banco, o empréstimo é, na verdade, a antecipação do valor do saque disponibilizado no mês do seu aniversário. Assim sendo, o saldo do FGTS passa a ser utilizado como garantia da operação. Então, no mês de aniversário do trabalhador, o valor que seria recebido vai pagar o empréstimo feito anteriormente.

“Essa possibilidade já gerou outra, que é a do cidadão poder fazer um empréstimo com esse capital”, destaca o especialista em finanças Fernando Gonzaga. “Alguns bancos já começam a oferecer algumas viabilidades, como a taxa a 1,99% ao mês, a possibilidade de cinco saques e o desconto direto no FGTS”, explica.

É possível antecipar até três anos, sendo que a data do crédito do último ano não pode ultrapassar o limite de 999 dias a contar da contratação.

De acordo com as regras, o valor mínimo de contratação é R$ 2 mil, sendo obtido pela soma dos cinco saques aniversários, com o valor mínimo por ano de R$ 300. Vale destacar também que, para realizar a antecipação, o trabalhador deve ser maior de 18 anos ou emancipado e estar com CPF em situação regular na Receita Federal. Não é necessário ter uma contas poupança ou corrente na Caixa Econômica Federal.

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Sigepe dá lugar ao SouGov.br

Servidores federais devem acessar contracheques e consultar férias, entre outros serviços, pela nova plataforma

O Sigepe Mobile está desativado. A partir de agora, servidores públicos do Executivo Federal devem acessar o SouGov.br. Pelo aplicativo, lançado há um mês pelo Ministério da Economia, o trabalhador acessa contracheque, consulta férias ou altera dados cadastrais.

Disponível nas lojas virtuais da Apple (para o sistema iOS) ou PlayStore (para o Android), o SouGov.br foi baixado mais de 597 mil vezes. A nova plataforma ainda tem funcionalidades como envio de atestado de saúde, alteração, entrega de prova de vida digital para aposentados, pensionistas e anistiados com biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

É possível, também, solicitar auxílio transporte e acessar a carteira funcional digital. Tudo isso, diretamente pelo smartphone ou tablet. Gradualmente, o Sigepe Banco de Talentos e o Sigepe Gestor também serão migrados para o novo aplicativo, que pretende oferecer cerca de 50 serviços aos servidores federais e 40 serviços aos gestores públicos até setembro de 2022.

“É preciso deixar claro, porém, que o servidor precisa ter conta no Portal Gov.br, pois vale apenas um login único para acesso aos serviços de gestão de pessoas”, alerta o especialista em finanças, Fernando Gonzaga. “O Ministério da Economia recomenda que os usuários criem contas com os selos prata ou ouro”, completa.

SouGov.br versão web
Sem cravar uma data, o Ministério da Economia destaca que, futuramente, o SouGov.br vai ter a versão web. No entanto, mesmo com a mudança de aplicativo para dispositivos móveis, nada muda para o servidor que faz as consultas pelo computador. Os serviços do Sigepe Servidor e Pensionista continua disponíveis na internet e acessíveis pelo Portal do Servidor, sem qualquer alteração.

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