Como a Economia afeta o seu bolso?

Vamos falar de economia sem complicação, porque esse papo afeta mais o seu dia a dia do que você imagina. Esqueça os termos difíceis e os números que parecem coisa de outro mundo. A economia está em tudo: no preço do pão, no aluguel, no seu salário e até nos seus sonhos.

Sabe aquela palavrinha famosa, a Selic? É a taxa básica de juros do Brasil, uma espécie de termômetro do custo do dinheiro. Se a Selic está alta, como perto dos 13% recentemente, os empréstimos e financiamentos ficam mais caros. Isso significa que, se você quer financiar um carro ou até parcelar no cartão de crédito, vai pagar mais juros. O governo faz isso para controlar a inflação (que é quando os preços sobem muito), mas isso também freia o consumo e, de quebra, o crescimento da economia.

E falando em inflação, você já deve ter sentido no bolso. Quando ela está alta, o que você compra no mercado vai ficando mais caro. Seu salário não acompanha o mesmo ritmo, e o dinheiro parece evaporar. Comprar menos com o mesmo valor é frustrante, né? Isso afeta diretamente o seu custo de vida.

Agora, aquele papo de dólar alto. Se ele passa de R$ 5,00, você sente o impacto até sem querer. Produtos importados, como celulares, eletrônicos ou aquele tênis dos sonhos, ficam mais caros. E a gasolina também sofre com isso, porque boa parte do preço é influenciada pelo mercado internacional. No final, o custo do transporte encarece e isso reflete no preço de tudo.

Outro indicador importante é o PIB, que mede o quanto o país está crescendo. Se o PIB cresce pouco, como 1% ou 2%, significa que a economia está devagar. Isso gera menos empregos, menos dinheiro circulando e menos oportunidades para todo mundo. Em resumo, para melhorar as condições de vida, precisamos que o PIB cresça mais rápido.

E a tal dívida pública? Pense nela como o cartão de crédito do governo. Se ele gasta mais do que arrecada, precisa pegar dinheiro emprestado, pagando juros altos. Quanto mais o governo deve, menos sobra para investir em saúde, educação e infraestrutura — coisas que fazem toda diferença na nossa vida.

No fim, entender economia não é um luxo, é uma necessidade. Esses números e termos são só formas de explicar o que acontece ao nosso redor. Quanto mais você entende, mais você consegue se planejar e tomar decisões melhores para o seu bolso.

Então, que tal começar a prestar atenção? Não é complicado — é sobre você, sua família e o seu futuro.

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Brasileiros têm dinheiro esquecido em outras fontes

Banco Central informa que fundos públicos e INSS também têm verba para devolver ao cidadão

O sistema de consulta a valores esquecidos do Banco Central superou 100 milhões de acessos em pouco mais de uma semana. No entanto, a instituição disse que existem mais fontes de recursos onde o cidadão tem dinheiro esquecido.

O capital é proveniente de fundos públicos, revisão de benefícios da Previdência Social, abono salarial, malha fina do Imposto de Renda e até prêmios de loterias.

O banco acredita que milhares de brasileiros não buscaram esses valores, principalmente, por desconhecimento.

Em relação ao Programa de Integração Social (PIS) e ao Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep), para ter direito às cotas basta o beneficiário ter trabalhado com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.

A retirada pode ser pedida até 2025 no aplicativo Meu FGTS, que permite a transferência para uma conta corrente. Após esse prazo, o dinheiro volta para as contas do governo. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar www.caixa.gov.br.

No caso do abono salarial de anos anteriores, o processo pode ser feito pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, Portal Gov.br, telefone 158 ou presencialmente nas unidades do Ministério do Trabalho.

É possível, ainda, enviar o requerimento administrativo por e-mail às superintendências locais da pasta, no endereço http://trabalho.uf@economia.gov.br/. As letras “uf” devem ser trocadas pela sigla do estado onde o trabalhador mora.

Quanto à revisão de auxílios do INSS, a partir do fim de abril, a consulta está disponível pelo portal Meu INSS, pelo aplicativo de mesmo nome para dispositivos móveis ou pelo telefone 135. Quem entrar na página deve escolher a opção Revisão de Benefício – artigo 29, na barra superior, em azul.

Já em relação aos depósitos judiciais do INSS, o interessado deve digitar o número do processo e do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) nos sites do Tribunal Regional Federal da sua região, no item Precatórios, para verificar se teve o dinheiro liberado.

Sobre o saque-aniversário do FGTS, os trabalhadores que optaram por esse benefício, têm acesso gradual à cota de 2022. As retiradas ocorrem conforme o mês de aniversário do trabalhador.

O período de saques começa no primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador. Os valores ficam disponíveis até o último dia útil do segundo mês subsequente. Caso o dinheiro não seja retirado no prazo, volta para as contas do FGTS em nome do trabalhador.

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Aposentadoria: regra da idade mínima para mulheres tem importantes alterações

A partir de julho, algumas mudanças significativas vão afetar diretamente esse público. Fique atenta

Atualmente, as mulheres precisam ter 61 anos e seis meses de idade para garantir a aposentadoria por idade pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No entanto, a partir de 2023, a regra vai mudar.

De acordo com a Reforma da Previdência ocorrida em 2019, sobe para 62 anos a idade mínima para mulheres pleitearem o benefício a partir do próximo ano.

Porém, uma informação muito importante afeta parte desse público ainda neste ano.

“Como atualmente, a regra diz que é preciso ter 61 anos e seis meses, quem completa aniversário a partir de julho, vai ter de esperar até 2023”, destaca o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

Segundo ele, a conta é muito simples. “A partir de julho, não tem mais como a pessoa alcançar os seis meses exigidos pela legislação após completar os 61 anos”, explica Fernando.

Ele lembra que, além dessa regra, é preciso também ter contribuído por, pelo menos, 15 anos junto ao INSS.

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Bacen disponibiliza novo site para consulta de valores a receber dos bancos

Plataforma valoresareceber.bcb.gov.br vai ao ar a partir de 14 de fevereiro

Mais de R$ 8 bilhões esperam pelos brasileiros nos bancos. Esse é o levantamento do Banco Central (Bacen). Na semana passada, a instituição criou um portal para que o cidadão consulte se tem valores a receber. Porém, a quantidade de acessos gerou problemas no site. Erro corrigido, a partir de 14 de fevereiro, a verificação ocorre em um novo canal: valoresareceber.bcb.gov.br.

Nessa plataforma, em seguida à consulta, o cidadão consegue saber se tem valor a receber. Em caso positivo, recebe uma data para conhecer esses valores e solicitar sua transferência.

A partir de 7 de março, o dinheiro começa a cair na conta dos credores Brasil a fora.

De acordo com o Bacen, é fundamental que o cidadão acesse o valoresareceber.bcb.gov.br na data informada. Caso contrário, é preciso fazer uma nova consulta para receber uma nova data.

“Mas ninguém precisa se preocupar. Mesmo se não consultar ou solicitar os valores na data agendada, eles continuam guardados à espera do correntista”, explica o especialista em finanças, Fernando Gonzaga.

Para entrar no Sistema Valores a Receber, é necessário um login gov.br nível prata ou ouro. Caso não tenha, basta se cadastrar, em primeiro lugar, pelo portal gov.br ou pelo App Gov.br (Google Play e App Store).

O antigo acesso pelo Registrato não vale mais. Assim sendo, o portal antigo também está inutilizado.

Não caia em golpes
O único site para consulta e solicitação no sistema é o valoresareceber.bcb.gov.br. Primordialmente, o Banco Central ressalta que não envia links.

Acima de tudo, a instituição não autoriza ninguém a entrar em contato em nome do Banco Central, bem como o Sistema Valores a Receber.

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INSS: prova de vida deixa de ser exigida presencialmente

A partir de agora, governo federal vai consultar bases de dados públicas e privadas para saber se a pessoa está viva

Não há mais necessidade de prova de vida presencial aposentados, pensionistas e outros titulares de benefícios pagos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Portaria, assinada nesta quarta-feira (2) beneficia cerca de 36 mil cidadãos em todo o Brasil.

De acordo com as novas regras, a partir de agora, o governo vai consultar as bases de dados públicas e privadas para saber se a pessoa está viva ou não.

“Passa a ser uma obrigação estatal”, aponta o especialista em finanças, Fernando Gonzaga.

De acordo com ele, a dificuldade, no entanto, vai ser ajustar as bases nacional, estaduais e municipais, para que conversem e falem a mesma língua.

O objetivo seria concretizar essa troca de informações.

O analista ainda enfatiza que outro grande desafio é combater as frades locais.

Muitos municípios não têm legislação e atuação fiscalizadora firme no combate a ilícitos no pagamento dos benefícios.

Entre as bases a serem consultadas, em princípio, estão: as renovações da carteira de identidade, do passaporte e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o registro de votação.

A partir daí, caso o Governo Federal não encontre movimento do cidadão em uma dessas ferramentas, o INSS vai, por meio de parcerias, à residência para a captura biométrica na porta do segurado.

Até 31 d dezembro, o INSS tem de implementar as mudanças necessárias. Até essa data, o bloqueio de pagamento por falta da comprovação de vida fica suspenso.

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Bancos terão de devolver R$ 8 bilhões aos correntistas

Uma plataforma disponibilizará espaço para que o cidadão possa fazer sua consulta

O Banco Central divulgou, nesta semana, que existem cerca de R$ 8 bilhões à espera dos correntistas em todo o Brasil.

Qualquer pessoa pode consultar se tem valores a receber dos bancos onde é correntista.

Para saber se tem dinheiro a receber do seu banco ou de alguma instituição financeira, o correntista deve consultar o sistema Registrato, no site do Banco Central (BC).

A plataforma fornece extrato das informações e saldo do cidadão a serem sacados.

Anteriormente, o Registrato fornecia consultas apenas a dívidas, (abertas ou liquidadas).

Além disso, era possível verificar a abertura de contas bancárias (ativas ou inativas) e remessas de dinheiro ao exterior.

Caso tenha saldo, a pessoa tem duas possibilidades para resgatar o valor: diretamente via Pix na conta indicada no Registrato, mas a instituição precisa aderir a um termo específico com o Banco Central; ou informar os dados de contato no sistema para pagamento ou transferência.

De acordo com o especialista em finanças, Fernando Gonzaga, são créditos de contas correntes ou poupanças encerradas e não sacadas.

“Além disso, cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito com Termo de Compromisso assinado com o BC, cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito e grupos de consórcio extintos”, explica o analista.

O Banco Central orienta que, mesmo se os saldos a receber forem de pequeno valor, o cidadão deve sacar o dinheiro.

Segundo a instituição, trata-se um processo simples, ágil, por meio do novo serviço.

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Entenda o que mudou nas regras do crédito consignado para 2022

A principal novidade é a volta da margem consignável para os 30%

O empréstimo consignado tem novidades a partir deste ano. Esse é o serviço de crédito conhecido por ser um dos mais vantajosos. Isso por apresentar condições mais flexíveis e atrativas. Entre elas taxas de juros mais baratas e maiores prazos para pagamento.

Trata-se de um tipo de empréstimo descontado diretamente da folha de pagamento e voltado também para aposentados e pensionistas do INSS. Com foco também em militares das forças armadas, o consignado desponta como uma dos mais recomendados para quem se encaixa nesse perfil.

No entanto, o interessado precisa ficar atento às alterações implantadas neste ano.

A carência para o pagamento da primeira parcela do empréstimo caiu de 120 para 30 dias. A medida, assim como as demais, foi tomada por causa da pandemia da covid-19.

Para aquelas pessoas que acabaram de se aposentar, o prazo necessário para contratação do primeiro consignado voltou a subir para 90 dias. No ano passado, era de 30 dias.

“Essa medida serve para resguardar o cidadão do assédio imediato de muitas financeiras para ofertar o serviço ao beneficiário”, explica o especialista em finanças, Fernando Gonzaga.

A margem consignável, ou seja, o valor da renda que pode ser comprometido com o empréstimo, deixou de ser 40% e voltou aos 35%. Lembrando que 30% é para o crédito pessoal e 5% para o uso do cartão de crédito consignado.

Outra mudança importante é que também houve alteração na taxa de juros, que teve aumento de 1,80% para 2,14%.

Ainda assim, segue como a opção de crédito mais atrativa do mercado. Os motivos são: praticidade, desconto no contracheque, holerite ou benefício do INSS. Com isso, evita-se multas e juros.

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Índice que reajustou as aposentadoria ficou abaixo da média em dezembro

Entenda melhor o que é o INPC

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta semana o reajuste do Índice nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O valor ficou em 10,16%. Um pouco abaixo dos 10,18% da prévia divulgada no mês passado, responsável por reajustar o piso salarial nacional de R$ 1.100 para R$ 1.212 e, consequentemente, aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de até um salário mínimo.

Vale ressaltar que cerca de 24 milhões de pessoas recebem esse piso nacional no INSS. “Trata-se de uma diferença pequena. Por isso, a expectativa é de que o Ministério do Trabalho e Previdência, aplique 10,18% para todos os benefícios, alíquotas previdenciárias e auxílios pagos, inclusive para quem recebe acima do mínimo”, projeta o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

De acordo com o INSS, “após a divulgação do INPC 2021, o Ministério do Trabalho e Previdência publicará portaria com todos os valores atualizados”. Ainda segundo o instituto, conforme previsto em lei, o INPC serve como base para reajustar os benefícios do INSS. Porém, ainda não há data certa para a publicação dessa portaria, mas ela deverá sair nos próximos dias.

Historicamente, desde 2010, o reajuste do salário mínimo ocorre no mês de janeiro. No entanto, para que ser efetivo no primeiro dia do ano, utiliza-se dados divulgados pelo IBGE de janeiro a novembro do ano anterior, fazendo uma projeção do valor do INPC para dezembro.

É importante destacar que em toda projeção há incertezas, pois os dados realizados podem diferir dos calculados pelos modelos econométricos. Porém, caso ocorra alguma diferença, fica para ser corrigida no ano seguinte.

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O 14º salário já saiu? Saiba como está a situação

Texto segue em tramitação na Câmara dos Deputados, mas está previsto para ser votado em breve

O 14° salário está para ser liberado neste ano. Pelo menos, essa é a expectativa de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O texto foi elaborado inicialmente em 2020, por conta da pandemia da covid-19, mas ficou emperrado devido a diversos entraves entre parlamentares, bem como a falta de apoio político e também por definições importantes que não constavam na medida.

Um projeto do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), o benefício vai impactar a vida de milhares de segurados do INSS e, consequentemente, pesar consideravelmente no Orçamento Federal.

“A demora se deve ao fato de que pontos importantes ficaram de lado mesmo com o debate constante ao longo de todo 2021”, acredita o especialista em finanças Fernando Gonzaga.

De acordo com Fernando, o principal ponto de entrave para o não avanço foi a desconformidade com a legislação fiscal, tendo em vista que um benefício como este, que não está incluso no Orçamento já apertado, precisava indicar uma fonte de recursos financeiros para custear o projeto..

Na última apreciação da Câmara dos Deputados, na Comissão de Finanças e Tributação, os parlamentares debateram a indicação de uma fonte de renda necessária para arcar com o benefício e, consequentemente, o enquadramento a legislação fiscal.

De acordo com o texto original, o Projeto de Lei solicitava a liberação do 14º salário do INSS nos anos de 2020 e 2021. A recente decisão da Comissão de Finanças e Tributação definiu que, em março deste ano vai ser pago o benefício referente a 2020 e em março de 2023, a parcela referente a 2021.

O governo estabeleceu, ainda, um teto de pagamentos. Inicialmente, a expectativa era que todos os segurados recebessem de 14º salário, o mesmo valor pago pelo INSS no seu benefício mensal.

O que falta?
Para a liberação do 14º salário do INSS é necessário a apreciação e aprovação da Comissão de Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, tendo em vista que as demais Comissões competentes já aprovaram o texto.

Dessa forma, após a definição por parte da Comissão de Justiça e Cidadania, o texto segue para apreciação e aprovação no Senado Federal, caso o Senado não altere pontos do texto, a medida por fim será promulgada no Congresso Nacional e enviada para sanção do presidente, Jair Bolsonaro.

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Taxa de abertura de crédito: Sabia que cobrança é ilegal?

Os custos da operação para a abertura do crédito devem ser assumidos pela instituição que oferece o produto

A Taxa de Abertura de Crédito, mais conhecida pela sigla TAC, é uma cobrança que a instituição financeira faz quando um cliente contrata financiamentos ou empréstimos. Muitas empresas prestadoras de serviços de crédito exigem o pagamento desse tributo. No entanto, desde 2008, a cobrança é uma prática ilegal.

Anteriormente, esse valor era fracionado em todas as prestações do serviço adquirido. Em princípio, parecia um valor irrisório. Porém, o montante final mostrava-se uma soma grande, o que acabou tornando a tarifa abusiva.

De acordo com o especialista em finanças, Fernando Gonzaga, o objetivo da TAC era pagar aos bancos pela oferta desse crédito. “Como se a instituição cobrasse do cliente uma quantia x pela venda do serviço”, explica.

De acordo com ele, o cidadão que planeja contratar algum produto de crédito, precisa ficar atendo, pois apenas contratos realizados até o dia 30 de abril de 2008 ainda são obrigados a pagar essa taxa.

Taxas que podem ser cobradas
Fernando Gonzaga diz que o único custo que, de fato, o consumidor precisa ter é a Taxa de Cadastro (TC). “Ela é cobrada integralmente no início do contrato, e não diluída ao longo das prestações”, esclarece. O Imposto sobre Operações Financeiras e de Crédito (IOF) está dentro da legalidade, pois trata-se de uma cobrança governamental.

“O mais importante de tudo é deixar claro que é proibida qualquer cobrança de valores antes da liberação do crédito”, alerta o especialista. “A pessoa precisa saber disso até para que não caia em golpes”, finaliza.

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